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Implantação

Cinco passos, com a equipe do órgão no sistema desde o primeiro

Do diagnóstico da carteira de obras à reconciliação com o Obrasgov.br, a implantação é feita junto com a equipe do órgão, que aprende o sistema no uso, com acompanhamento e com o manual dentro do produto.

Roteiro

Os cinco passos da implantação

Cada passo deixa o órgão mais perto de ter toda a carteira de obras no mesmo cadastro, conferido com o governo federal.

  1. Diagnóstico

    Levantamos a carteira de obras do órgão, os contratos em andamento e os identificadores do Obrasgov.br que as obras já possuem. É o retrato de partida da implantação.

  2. Configuração

    Definem-se os perfis, o regulamento, as tabelas de referência, o licenciamento por ente e o fundo de mapa. O licenciamento parte de modelos das 27 UFs e do nível federal, e a política de avisar ou bloquear é escolha do órgão.

  3. Carga inicial

    Entram as planilhas contratuais, os cronogramas e a localização das obras. A carga é feita por planilha e arquivo, a partir do que o órgão já mantém no sistema atual.

  4. Operação assistida

    Fiscais e gestores passam a trabalhar no sistema, com acompanhamento da equipe do CUSTOGOV. O manual do usuário fica dentro do produto, com a indicação de onde fica cada coisa no menu.

  5. Reconciliação

    O cadastro do órgão é conferido com o Obrasgov.br pela API pública, pelo identificador único de cada obra. As divergências de situação, percentual e localização são listadas.

Ponto de partida

O que o órgão traz

O que o órgão já mantém sobre as suas obras é a matéria-prima da carga inicial.

Material de base

  • A carteira de obras
  • As planilhas contratuais
  • Os cronogramas

Quando houver

  • Os identificadores do Obrasgov.br
  • Os arquivos de projeto (DWG e KMZ)
  • Os modelos IFC
Hospedagem e operação

Como o produto chega ao órgão

Sem servidor para instalar e sem programa para distribuir: a equipe entra pelo navegador.

Nuvem no Brasil, sem instalação

O CUSTOGOV funciona na Microsoft Azure, região Brasil Sul. Não há nada a instalar no órgão.

Acesso pelo navegador

Cada órgão tem o seu domínio próprio. O produto é navegável por teclado e tem temas claro e escuro.

Dados isolados e exportáveis

Cada órgão enxerga só os próprios dados, por regra do banco. A exportação segue os formatos do Obrasgov.br.

Operação assistida e manual no produto

A equipe do órgão trabalha no sistema com acompanhamento. O manual do usuário está dentro do produto, com “onde fica cada coisa no menu”.

Prazo e contratação na proposta

O prazo de implantação e o modelo de contratação são definidos com o órgão na proposta.

Demonstração com a sua obra

Com o identificador do Obrasgov.br de uma obra, mostramos o cadastro conferido com o governo federal, a obra no mapa e a medição conferida no modelo.

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Dúvidas

Perguntas frequentes

Como migramos do sistema que o órgão usa hoje?

A carga inicial é feita por planilha e arquivo: planilhas contratuais, cronogramas e localização das obras. Os dados cadastrais também entram por arquivo JSON e planilha, no vocabulário do Obrasgov.br.

Quem precisa de acesso ao sistema?

Fiscais, gestores e a equipe de contratos do órgão. As contratadas entram pelo responsável técnico. O acesso a cada contrato é pelo vínculo: quem não tem vínculo não vê o contrato.

Como é a integração com o Obrasgov.br?

O CUSTOGOV exporta os dados (planilha e JSON no vocabulário do cadastro; shapefile zipado e WKT com metadados) e reconcilia, lendo a API pública pelo identificador único e listando as divergências. A escrita direta por serviço web depende de credencial concedida pelo Ministério da Gestão (MGI) ao órgão.

Aderência ao Obrasgov.br

Onde ficam os dados do órgão?

Em nuvem, na Microsoft Azure, região Brasil Sul. Cada órgão enxerga só os próprios dados, por regra do banco de dados, e os dados são exportáveis nos formatos do Obrasgov.br.

Segurança e qualidade

As empresas contratadas usam o sistema?

Sim, pelo responsável técnico. A contratada registra o que cumpre, como o atendimento das condicionantes e as licenças da própria atividade, e altera só o que é dela. Quem executa não atesta, e o que o órgão impôs não se reescreve.

É preciso ter modelo BIM ou arquivos de GIS para começar?

Não. Os arquivos de projeto (DWG e KMZ) e os modelos IFC entram quando o órgão os tem. A localização das obras vem na carga inicial e já põe a carteira no mapa. A conferência e a medição pelo modelo dependem de haver um modelo IFC do contrato.

BIM na fiscalização

Ao final

A carteira inteira, conferida com o cadastro federal

A implantação termina com o cadastro do órgão conferido com o Obrasgov.br e com cada obra no mapa. No sistema, a equipe acompanha o ciclo completo da obra: orçamento, contratações, contratos, medições e pagamentos.

Ver o ciclo da obra

Vista aérea de uma rotatória e de uma obra viária em andamento, com ruas e edifícios ao redor
Rotatória e obra viária vistas de cima. Foto: Prefeitura de Itapevi (CC BY 2.0, via Wikimedia Commons).

Traga uma obra do seu órgão

Com o identificador do Obrasgov.br de uma obra, mostramos o cadastro conferido com o governo federal, a obra no mapa e a medição conferida no modelo.

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